Desculpe, foi engano, pensei
que era outra pessoa!
Alguém mais humano mesmo,
que aceitasse os outros como eles são, sem julgamentos, nem muito menos determinações
de atos e palavras.
Acreditei que você fosse
outro, daquele tipo que enxerga nas relações humanas um ponto de partida para se
conhecer sempre mais e melhor, tendo a consciência que todos são únicos, cada
qual com a sua sabedoria e que sempre temos mais a aprender.
Claro que você não seria a
pessoa que achava ter reencontrado, ela é bem menos ácida e perversa, bem menos
crítica e grosseira.
Me enganei mesmo, achando
que você poderia ser aquele que tem a educação, a polidez e a gentileza como
padrão de comportamento, e transfere isso aos seus filhos, como regra básica de
vida.
Escreveria várias coisas
sobre aquela pessoa que quando encontramos, fazemos questão de um abraço forte,
e, claro, não seria nunca você.
Você denigre, agride, subestima,
ofende, critica, diminui, machuca os outros, sem ter a mínima noção do quão pequeno és.
Um minúsculo ponto turvo, no meio do nada, preso nessa atmosfera social que teme
em usar o poder temporário como arma. Um poder que passa...
Todos os poderes passam, a
não ser o da sabedoria e o do amor, acredite, pobre pessoa turva!
Desculpe, próxima vez não a confundirei
com ninguém, nem se preocupe, tomarei bastante cuidado. Não vou deixar que uma
mera distração minha, lhe compare com simples humanos que abraçam quando
gostam, riem quando estão felizes, agradecem quando merecem e se desculpam
quando erram.
Mais uma vez lhe peço
desculpa, foi um grande engano, graças a Deus!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Valeu pela sua participação!