Hoje, não se admite a
diferença. Somos bonecos, moldados na mesma fôrma. A política da neurose da
igualdade nos torna menores, tímidos. Aquilo que eu sou, eu sou. Mas eu não sou
você, nunca serei. As nossas criações, atitudes, interações, palavras, ações, são
só nossas. Só minha. Só sua. Chega de tanta despersonalização!
A minha roupa, o meu
cabelo, a minha voz, a minha letra, é diferente da sua, somos diferentes e isso
é óbvio e especial. Assim como é claro também que podemos nos unir nessas
diferenças e deixar tudo menos discriminatório e estúpido.
O padrão de beleza, a
definição de riqueza, de sucesso vão se construindo na proporção em que se
coloca amor e empenho na família, no amor, no trabalho, nas amizades, nos
sonhos, na profissão, na construção da nossa marca.
Podemos estar mortos agora,
vivos. Respirando e mortos. Cheios de chances, escolhas e opções (mesmo que
carregados de sofrimentos inevitáveis e reais), e mortos.
O conformismo de fazer
exatamente a mesma coisa que o outro está fazendo não é bonito. O eu me sentir
bem é o fundamental e o que vai me deixar feliz na construção (com respeito) da minha essência. O fazer é primordial, o exemplo, a dignidade, não o que aparenta ser.
Precisamos marcar o mundo,
cada um de nós, diferentes e únicos. Ainda há tempo!

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